Categorias
Sem categoria

10 Benefícios de uma lista de contatos organizada

Embora seja um procedimento bem simples para criar e manter uma lista de contatos de clientes e prospects, a grande maioria dos escritórios de advocacia brasileiros ainda não possui e/ou faz uso desta ferramenta de marketing.

Para cria-la, basta juntar os dados (como contato do Outlook ou cartão de visitas) e unificá-los em uma listagem, que pode ser armazenada em ferramentas (pagas ou gratuitas) de CRM ou, inclusive, no próprio Excel, da Microsoft.

Após, é possível segmentá-la de acordo com as suas necessidades, como por exemplo, setor, estado, nacionalidade, sexo, cargo, área de atuação atendida, entre outras possibilidades.

Listamos as 10 principais vantagens deste material.

  1. Enviar informativos para um setor específico;
  2. Manter seus clientes atualizados sobre o escritório e as novidades legislativas;
  3. Visitas prospectivas a determinada região ou país;
  4. Convidar para um evento onde somente determinados níveis hierárquicos podem participar;
  5. Indicar contatos para rankings e publicações;
  6. Ligações de relacionamento;
  7. Cross selling entre as áreas do escritório;
  8. Possibilidade de definir metas de prospecção ou de reativação de antigos clientes;
  9. Sincronizar os contatos do Outlook com a agenda telefônica do sócio/advogado;
  10. Ter um canal direto de comunicação com o cliente.

Categorias
Sem categoria

Novos posicionamentos da OAB acerca de atividades publicitárias realizadas por escritórios de advocacia

Recentemente, a Turma Deontológica da OAB aprovou algumas ementas importantes que envolvem o tema publicidade e propaganda para advogados e escritórios de advocacia.

Esta comissão tem o papel de responder às consultas que são formuladas a ela e que estejam relacionadas as questões ético-disciplinares da Ordem.

Foram analisadas e aprovadas 9 ementas:

• A primeira é publicidade como um conteúdo patrocinado. Ela autoriza o advogado a vincular uma expressão diferente do seu nome ou da sociedade de advogados nos mecanismos de sites de busca, porém este deverá fazer uma observação nos ditames do CED que são relativos à publicidade e propaganda da advocacia.

•A segunda ementa é sobre o exercício de função concomitante à advocacia, proibindo a divulgação de materiais publicitários através de canais de comunicação profissionais do advogado. Deixando claro que o advogado que compartilhar atividades não relacionadas ao Direito por meio de seus meios de comunicação cometerá infração ética.

•A terceira ementa trata-se sobre publicidade do advogado nas redes sociais como caráter informativo. O advogado só poderá fazer uma publicidade na internet caso atente-se aos limites éticos que são impostos pelo Código de Ética e Disciplina. É permitido fazer postagens informativas com temas jurídicos, porém sem mencionar nomes de clientes e casos.

•A próxima ementa é sobre a publicidade como uma placa de identificação para o escritório. É permitida a utilização de placas como identificação dos escritórios, porém elas devem ser discretas em relação a conteúdo, forma e dimensões.

• A quinta trata-se sobre publicidade como um patrocínio de evento cultural. O patrocínio de eventos pode ser realizado tanto pelo advogado, quanto pela sociedade de advogados. Durante o evento, também pode ser divulgado o nome do advogado patrocinador ou a exposição do logotipo de seu escritório.

•A sexta ementa fala sobre o uso de fotografias dos profissionais, deixando claro que é permitida a utilização de imagens do advogado para fins informativos, desde que estas sejam compatíveis com a sobriedade da advocacia.

•A sétima trata-se sobre divulgações junto com outras atividades. É proibido que o advogado faça a publicidade junto com alguma outra atividade em sites ou redes sociais.

•A próxima ementa é sobre página pessoal do advogado. A utilização de páginas pessoais não poderá servir de subterfúgio para a inobservância das normas que regem a ética de publicidade dos advogados.

•Por fim, a última ementa fala sobre patrocínio de artigo e post de conteúdo no Google. É permitido os advogados patrocinarem seus artigos ou posts de conteúdo no Google, desde que sigam as normas de ética corretamente.

Estamos à disposição para esclarecimentos acerca dos itens acima observados.

Categorias
Sem categoria

Melhores aplicativos para advogados

Na era digital, gastamos muito tempo conectados. Por conta disso, é difícil encontrar alguém não possua aplicativos em seu smartphone.

Neste sentido, preparamos este artigo especial com um levantamento de cinco (5) apps para ajudar os advogados em suas tarefas do dia a dia.

Aproveitem!

  1. DILIGEIRO: o aplicativo permite que você publique sua demanda, descrevendo seu trabalho e sua escolha de local e de prazo de entrega, encontrando correspondentes próximo a você através de GPS. Os profissionais podem se candidatar para trabalharem na sua demanda e o aplicativo irá te ajudar no processo de escolha, definindo a distância para o local, a avaliação de outros clientes, o valor e prazo da entrega. Após a conclusão do trabalho, é só avaliar como o correspondente trabalhou.
  2. STJ: aplicativo oficial do Superior Tribunal de Justiça que permite que você faça consultas sobre informações de processos. É possível consultar os processos a partir do número de registro, classe e número, ou número único do processo. O aplicativo fornece as informações essenciais de forma direta;
  3. SAJ ADV: o aplicativo oferece sistemas que te ajudam e tornam mais prática a administração do seu escritório. É possível gerenciar suas atividades jurídicas e administrativas, podendo ter seus processos, documentos, intimações, prazos e tarefas sob organização de colaboradores de seu escritório;
  4. SUPREMO EM AÇÃO: permite que você tenha acesso a movimentação processual de cada Ministro do STF, detalhando o acervo atual de decisões, processos distribuídos e baixados;
  5. PROJURIS MOBILE: permite a visualização de seus processos, compromissos, consultas e clientes em qualquer hora e lugar. Por ser um complemento da versão web, o aplicativo te possibilita apenas a visualização. 
Categorias
Sem categoria

A importância da criação de conteúdo para escritórios de advocacia

Com o objetivo de atrair, engajar e conquistar prospects e clientes, através da criação e divulgação de conteúdo relevante, o Marketing de Conteúdo se tornou uma tendência entre os escritórios de advocacia.

O uso estratégico de suas redes sociais e site permitirão a aquisição ativa de clientes de forma orgânica e sem ferir o código de ética da OAB.

É primordial que você insista nos meios certos e na qualidade do material que será divulgado, para que assim, seja possível que o seu conteúdo atraia e retenha a atenção de seus potenciais clientes.

Como produzir conteúdo relevante para o meu escritório de advocacia?

O bom conteúdo exige mais do que palavras bonitas e frases bem estruturadas. Ele precisa ser bem-feito e criativo! Lembre-se que seu objetivo é conversar com o seu público, resolvendo eventuais gaps e apontando os caminhos para a solução.

Entre as principais práticas que não são recomendadas, podemos destacar:

  • Conteúdo longo e muito técnico;
  • Overposting em redes sociais;
  • Postagem de conteúdo jurídico irrelevante;
  • Compartilhamento de notícias e teses antigas;
  • Abordagem em demasia de conteúdo não-jurídico;
  • Posicionamento político partidário;

Essas dicas foram úteis para você? Conte com a gente para auxiliar seu escritório em suas demandas de Marketing Jurídico.

Categorias
Sem categoria

Descomplicando a advocacia III: A importância de uma lista de contatos organizada

Gostaria de, logo no início deste texto, enfatizar que o intuito não é abordar tecnicamente questões relacionadas à prática de CRM (Client Relationship Management), pois os escritórios de advocacia nacionais estão uma infinidade atrasados neste quesito (se comparado com as big law firms estrangeiras).

É fato que, embora algumas bancas brasileiras já tenham começado a investir pesado em plataformas de gestão de relacionamento com o cliente (como o Dynamics, por exemplo) e em equipes de cadastro, o avanço obtido ainda é pequeno e o processo de aculturamento de sócios e advogados ainda está em fase de desenvolvimento.

O objetivo desta redação é simplificar o CRM e mostrar que, para manter seus contatos atualizados, não é preciso muito esforço. Não tem como construir uma lista complexa e investir milhões de reais, sem antes ter o básico disso tudo.

Você, sócio de um escritório de advocacia, tem o costume de salvar os seus contatos no Outlook? Não, né?

Pois este procedimento é o primeiro passo para manter um relacionamento saudável com os seus clientes e prospects (guardar cartões de visita não é mais adequado).

Sempre após uma reunião, feira, evento, enfim, sempre após colher um novo cartão, vá no seu Outlook e salve este contato. Se possível, insira informações como data do encontro, assuntos discutidos, características físicas e de personalidade, enfim, descreva no campo “observações” como foi este bate papo. Estas informações servirão como apoio para um próximo encontro.

Fácil e gratuito.

Após realizar esta ação com todos os seus contatos (inclusive os clientes), peça ao seu time de Tecnologia da Informação ou Marketing para exportar os dados para o Excel. Quando todos os sócios do escritório tiverem isto em mãos, compile as informações e pronto, sua banca de advocacia terá um mailing list.

Abaixo, listo rapidamente alguns dos benefícios de se manter uma lista de contatos atualizada:

  • Enviar newsletter para um setor específico;
  • Visitas prospectivas a determinada região ou país;
  • Convidar para evento onde somente determinados níveis hierárquicos podem participar;
  • Indicar contatos para rankings e publicações;
  • Ligações de relacionamento;
  • Cross selling entre áreas do escritório;
  • Possibilidade de definir metas de prospecção ou de reativação de antigos clientes;
  • Sincronizar os contatos do Outlook com a agenda telefônica do sócio/advogado;
  • Evitar envio de informações em duplicidade aos clientes;
  • Ter uma lista de contatos ativa e preparada para situações adversas, como troca de emprego, cisões de escritório, comunicados de gerenciamento de crises, etc.

Espero ter ajudado.

Flávio Leal – flaviolealmkt@gmail.com

Categorias
Sem categoria

Descomplicando a advocacia II: Falando abertamente sobre Rankings Jurídicos

Rankings e publicações jurídicas, nacionais e internacionais, são, sem dúvidas, a principal referência de Marketing Jurídico para a grande maioria dos sócios dos principais escritórios nacionais.

Neste artigo, separei 5 temas dentro deste assunto para escrever objetivamente sobre cada um.

  1. Diferença entre rankings e league tables
  2. Porque um escritório/advogado precisa entender do assunto
  3. Insights estratégicos
  4. Classificação dos rankings em “bandas”
  5. Minha “Black List

Vamos lá:

1.

Para começar a entender sobre o assunto, é preciso aprender a diferença entre os Rankings e as League Tables:

  • Rankings jurídicos pesquisam sobre escritórios, práticas e profissionais. Estas publicações podem ser gerais ou especializadas em alguma área de atuação
  • League Tables cobrem transações. Na maioria dos casos, estas publicações possuem foco institucional (promovem o escritório) e são especializadas em determinadas áreas

2.

Entender sobre Rankings e League Tables evitam diversas situações, como por exemplo:

  • Perder tempo preenchendo formulários de publicações sem credibilidade
  • Gastar dinheiro com perfis institucionais e anúncios desnecessários
  • Acreditar em consultores que não entendem nada do mercado e que nunca trabalharam em um escritório de elite
  • Acreditar em profissionais de marketing que estão desatualizados e não vem acompanhando a evolução das publicações
  • Demissão de bons funcionários devido ao mau desempenho do escritório

3.

Dicas importantes:

  • Os rankings refletem o resultado do ano passado. Portanto, se o seu escritório está bem em 2017, mas em 2016 não foi tão bem, provavelmente o seu resultado em 2017 não será satisfatório.
  • As League Tables refletem a situação atual dos escritórios.
  • Nenhum ranking sério cobra para ranquear os advogados.
  • Pagar perfis corporativos e individuais não é errado. Se o ranking for sério, ele não te beneficiará ou prejudicará por causa disso.
  • Não tentem “enganar” as publicações com operações, valores e datas fictícias. Elas não vão cair.
  • Embora acertem na maioria das vezes, é importante ter consciência que os rankings estrangeiros também erram.
  • Ser mencionado não significa que o advogado/escritório merece. O contrário também acontece.
  • Ainda, vale ressaltar que é óbvio que estar no ranking não garante faturamento. Mas, se existe a possibilidade de estar, por quê não participar? Como eu já mencionei, gastar dinheiro com perfis é opcional.
  • O trabalho de ranking deve ser contínuo. Não adianta fazer apenas uma vez e já querer ser ranqueado.
  • A Análise Advocacia 500 vem melhorando substancialmente a qualidade de suas pesquisas. Está na hora de dar o merecido crédito a ela. Não é culpa da publicação quando, por exemplo, uma renomada advogada de Direito Concorrencial ou um famoso Tributarista aparecem em Direito Societário. A metodologia é baseada em votos, ou seja, as vezes o in-house counsel classifica determinado advogado com base na reputação do escritório dele.
  • A Leaders League também cresceu muito. O trabalho que a publicação vem fazendo aqui no Brasil está excelente. Se os demais Rankings não abrirem os olhos, em breve eles serão as principais referências no país.

4.

Classificação por ordem alfabética

5.

Se por algum acaso você receber um e-mail de uma publicação que não esteja aqui, nem na tabela acima, provavelmente também também será black list!

Para mais informações, entre em contato através do e-mail flaviolealmkt@gmail.com

Até a próxima!

Categorias
Sem categoria

Descomplicando a advocacia: Vendas x Desenvolvimento de Negócios

Nos dias de hoje, no Brasil, o atendimento às principais empresas que atuam em nosso mercado é dominado por dois tipos de escritórios de advocacia: As grandes bancas full service e as boutiques especializadas.

Devido ao elevado grau de especialização profissional dos advogados brasileiros, uma ferramenta até então desconhecida por parte dos escritórios nacionais surgiu como oportunidade para auxiliar no crescimento e na diferenciação entre os competidores: o Business Development. Em português, desenvolvimento de negócios.

Como acontece com toda matéria nova, ainda existem inúmeras dúvidas no entendimento deste conceito por parte de nossas bancas e boutiques.

Muitos escritórios ainda confundem BD com vendas. 

Estas ações, embora estejam relacionadas e possuam o mesmo objetivo (prosperar), são diferentes.

O time de Business Development serve para identificar novos negócios, sejam estes novas áreas de atuação, novos targets, novos approaches, novas oportunidades em determinado segmento industrial, tendências de mercado, novas parcerias, melhores práticas, etc, enfim, estes profissionais servem para, perdoem-me a informalidade, ajudar o time de vendas a dar o “tiro certeiro” na busca de um novo negócio/cliente. A identificação destas oportunidades é dada através de uma junção de (i) dados internos, (ii) dados de profissionais, empresas e setores, (iii) informações macroeconômicas e (iv) benchmarking da concorrência.

Já o time de vendas, como diz o nome, serve para vender e executar determinado novo assunto jurídico. A venda só ocorre depois que o target é identificado e abordado da maneira correta. Este time é responsável por apresentar o escritório, definir o valor dos honorários, realizar o trabalho, definir a metodologia, o tempo estimado, os advogados que participarão, etc.

Notaram a diferença?

Em suma, é importante ressaltar que o papel do sócio é vender, acompanhar e mentorizar a execução do trabalho. Este profissional atua diretamente com o cliente/prospect. Ele é a estrela do show. É dele a credibilidade, o carisma e o conhecimento técnico.

No entanto, para que esta venda atinja o máximo de êxito possível, cabe ao time de Business Development municiá-lo com as melhores informações possíveis.

A imagem abaixo ilustra o meu raciocínio:

Para finalizar, vão aqui algumas conclusões:

– O time de desenvolvimento de negócios (BD) não faz a venda direta. Quem faz é o sócio.

– O profissional de Direito sempre terá mais facilidade para entender de lei do que de vendas.

– Não adianta ter um advogado excepcional e um profissional de BD ruim. O contrário também se aplica.

– Business Development requer investimento de tempo.

– Investimento monetário auxilia, mas não é o mais importante. Existem ferramentas não pagas para serem consultadas.

– Marketing de perfumaria não é Business Development. Não adianta só ter um site, um brinde e um folder institucional.

Vamos em frente e obrigado por ler até aqui 🙂

Para troca de informações: flaviolealmkt@gmail.com ou 11 99877-0344.